O foco aqui é a Transposição Didática a partir dos objetos de aprendizagem da WEB 2.0. Como inserir na prática pedagógica?
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segunda-feira, 24 de março de 2014
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
sábado, 22 de junho de 2013
Novo Livro
O livro EDUC@R – A (R)EVOLUÇÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO aborda o impacto da revolução digital na educação com foco nos educadores, confiram!
Segundo Martha, o novo panorama digital tem alternativas e conexões que ampliam o potencial humano, mas que ao mesmo tempo em que abrem oportunidades, criam desafios inéditos. A Era da Informação dá lugar à Era da Inovação, e, com isso, surgem questionamentos sobre como deve ser a educação na era digital ou que provocações e oportunidades ela acarreta.
O docente exerce um papel essencial nesse novo mundo digital, não mais como um “provedor de conteúdos”, mas sim como um catalisador de reflexões e conexões para seus alunos em um ambiente mais complexo, que também é mais rico e poderoso. A intenção desta obra é auxiliar os educadores a sentirem-se preparados para acompanhar as tendências e perspectivas que surgirão.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Novas tecnologias no ambiente escolar
De acordo com Professor José M. Moran
“Já não aceitamos o modelo industrial (embora mantenhamos muitas de suas estruturas organizacionais e mentais), mas também percebemos que não participamos plenamente da sociedade do conhecimento; só incorporamos alguns dos seus valores e expectativas. A implantação das tecnologias nas escolas segue, em geral, três etapas. Na primeira, elas são utilizadas para melhorar os processos consolidados, automatizando-os, digitalizando documentos e com isso otimizando o desempenho e os custos. Na segunda etapa, a escola insere parcialmente as tecnologias no projeto educacional. Abre laboratórios conectados à Internet, cria uma página para divulgar sua proposta, seus cursos e alguns aplicativos de pesquisa e comunicação. Na terceira, que começa atualmente, com os avanços da banda larga e da mobilidade, as escolas estão repensando seu projeto pedagógico, seu plano estratégico e introduzem mudanças significativas como a flexibilização parcial do currículo, com atividades online combinadas com as presenciais. Essa nova escola se tornará mais visível nos próximos anos, com a chegada da geração digital à vida profissional.”
Clique para ler mais em café pontocom leite
sexta-feira, 17 de maio de 2013
E-book Retórica Digital
RETÓRICA DIGITAL
a língua e outras linguagens na comunicação mediada por computador
Prof. Antônio Carlos Xavier - UFPE
Vejam o vídeo de quando este e-book ainda era um projeto (3º Simpósio do Hipertexto - Recife)
sábado, 2 de março de 2013
Um e-book brasileiro/MINEIRO
PARA A 1ª SEMANA DO LIVRO DIGITAL escolho como destaque o livro
"Mateus Parreiras, 33, e Paola Carvalho, 31, são jornalistas mineiros amantes dos livros e aficionados por aventuras. Entre os trabalhos em redações de jornais de Belo Horizonte e de São Paulo, desenvolveram um sistema de navegação que permite aos leitores escolher seus caminhos em vez de serem levados à deriva pela narrativa. " LEIA MAIS
CAÇADA NOS MARES PROIBIDOS
Vejam o vídeo sobre o livro e clicando na capa
gratuitamente, os primeiros capítulos!
Agradeço à Fátima Franco pela apresentação desta obra no grupo BLOGS EDUCATIVOS.
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Leitura: Prof. Moran
Excelente texto do Prof.José M. Moran
Os novos espaços de atuação do educador com as tecnologias
Uma das reclamações generalizadas de escolas e universidades é de que os alunos não agüentam mais nossa forma de dar aula. Os alunos reclamam do tédio de ficar ouvindo um professor falando na frente por horas, da rigidez dos horários, da distância entre o conteúdo das aulas e a vida.
A Internet e as novas tecnologias estão trazendo novos desafios pedagógicos para as universidades e escolas. Os professores, em qualquer curso presencial, precisam aprender a gerenciar vários espaços e a integrá-los de forma aberta, equilibrada e inovadora. O primeiro espaço é o de uma nova sala de aula melhor equipada e com atividades diferentes. Em alguns momentos o professor leva seus alunos ao laboratório conectado à Internet para desenvolver atividades de pesquisa e de domínio das tecnologias (segundo espaço). Estas atividades se ampliam a distância, nos ambientes virtuais de aprendizagem conectados à Internet, o que permite diminuir o número de aulas e continuar aprendendo juntos a distância (terceiro espaço). Os cursos precisam prever espaços e tempos de contato com a realidade, de experimentação e de inserção em ambientes profissionais e informais em todas as matérias e ao longo de todos os anos (quarto espaço). Uma das tarefas mais importantes das universidades, escolas e secretarias de educação hoje é planejar e flexibilizar, no currículo de cada curso, o tempo de presença física em sala de aula e o tempo de aprendizagem virtual e como integrar de forma criativa e inovadora esses espaços e tempos.
Palavras-chave: Novas tecnologias, educação, ensino superior, didática
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Leitura: REA - Recursos Educacionais Abertos
REA: Termo adotado pela UNESCO em 2000 para a democratização da Educação em todo o mundo.
Este livro é uma leitura indispensável para o nosso tempo. A abordagem trata indiretamente do novo termo EDUCAÇÃO 2.0 que já mencionei aqui e que pretendo trazer como foco para este ano.
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"Criticar a instituição escolar é lugar comum. É bem mais difícil encontrar alguém que defenda o modelo de escola como a conhecemos. Mas se a transformação da escola é objeto de estudo e crítica desde o início do século XX, os argumentos para sua radical transformação tomaram novo impulso com a popularização da internet e das novas mídias (AMIEL, 2006). Em um célebre debate entre Paulo Freire e Seymour Papert, Freire defende que a escola deve estar à altura do seu tempo, e para tal não é preciso “soterrá-la, sepultá-la, mas… refazê-la”. Defende que devemos sustentar a possibilidade de “determinado espaço e tempo onde determinadas tarefas se cumprem, sociais e não só individuais, históricas, políticas [...] (PUC-SP, 1995). Promover uma educação mais aberta não significa, portanto, sepultar as instituições que existem..."
BOA LEITURA!!
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Leitura
"A estrutura da língua que uma pessoa fala influencia a maneira com que esta pessoa percebe o universo ...”
Lev Semenovich VYGOTSKY (1896-1934)
domingo, 16 de dezembro de 2012
Leitura: Revista Tecnologias na Educação
Fátima Franco, do grupo Blogs Educativos informa: "Já está on-line mais um número da Revista Tecnologias na Educação, com a publicação de trabalhos de professores e pesquisadores. Os textos estão excelentes e inspiradores."
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Aprendizagem Significativa em ambiente multimídia
David P. AUSUBEL "Os ambientes multimídia podem propiciar situações que facilitam a construção de significados na medida em que oferecem ao aprendiz ferramentas poderosas, as quais ele pode utilizar numa atividade individual ou colaborativa. O uso integrado de mapa conceitual, animação interativa, e texto conceitual oferece ao aluno um contato especial com determinado
conteúdo, onde cada uma dessas possibilidades pedagógicas apresentará uma nuance peculiar desse conteúdo, própria dessa forma de comunicação..."
Romero Tavares.
Departamento de Física – UFPB. Programa de Pós-Graduação em Educação
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domingo, 21 de outubro de 2012
Leitura: Revista Espírito Livre
Agradeço minha colega do grupo Blogs Educativos, Jenny Horta, pela indicação da revista. Uma ótima leitura a todos!!
"O que podemos e o que não podemos fazer na internet? O que posso ou não posso fazer com o hardware e software que tenho em minha mesa? "
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Leitura : Ensinar a hipertextualidade
"Neste texto, começarei por destacar as condições materiais mais relevantes para o professor que se alteram, para considerar depois aspectos relacionados com a leitura e a escrita hipertextual, terminando com uma proposta de categorização para organização de hipertextos de uma perspectiva educativa..."
Rui VAZ**
Leia Mais
** Rui Vaz Professor de Português, Mestrado em Educação, Comunicação e Linguagem, Hipertextualidades - para um estudo do Hipertexto, Literatura e Educação, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
E-book sobre Recursos Educacionais
Divulgado por Lilian Starobinas no Grupo Blogs Educativos, o lançamento que ocorreu em maio do livro Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas e políticas públicas, tendo por organizadores Bianca Santana, Carolina Rossini e Nelson Pretto. O livro possui licença CC-BY (http://creativecommons.org/licenses/by/2.5/br/) e já está disponível na Internet (clique na Imagem). Nossa colega Lilian é autora de um dos artigos do livro, e estará no II Fórum da Internet no Brasil em Olinda, nos dias 3-5 de julho.
VALE A PENA CONFERIR!CLIQUE NA IMAGEM
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terça-feira, 8 de maio de 2012
PONTO DE VISTA. Educação Tecnológica - W.A.BAZZO
Para nossa leitura:
Ciência,
Tecnologia e Sociedade
Ciência,
Tecnologia e Sociedade
E o contexto da educação tecnológica
Walter Antonio Bazzo
A tecnologia apresenta dentro da sua característica
organizativa um aspecto que a partir de agora se estará tratando como 'mapa de
interesses'1, o qual engloba quase tudo que possa ser significativo
na mudança de cultura do ensino tecnológico. Como este mapa de interesses
envolve o científico, o ideológico, o econômico, o ético, o cultural, e
poderiam, todos eles, ser abarcados pelo que se chamaria de 'interesse
democrático', a ciência e a tecnologia parecem realmente estar sendo tratadas
como assuntos de interesse público.
Fica patente, portanto, que a cultura que precisa ser
estabelecida nas escolas de todo o país é a cultura do tratamento de um assunto
que é público com a forte necessidade de avaliações contínuas. Isto
estabelecido, não redundaria em mudanças de caráter radical nos outros
ensinamentos postos hoje nas escolas, como muitos pensam, e por pensarem desta
maneira sempre se insurgem contra qualquer possível mudança que implique, agora
sim, posturas diferenciadas nas abordagens destes conhecimentos.
Os interesses em jogo na sociedade atual retiram dos experts
o monopólio das decisões de cunho científico-tecnológico. Eles não recebem mais
carta branca para poderem agir de acordo com seus conhecimentos técnicos
isolados. Os cidadãos querem mais participação nas decisões e no domínio do
conhecimento científico e tecnológico.
Sempre se acreditou que a ciência e a tecnologia eram
supremas e únicas para a resolução de todos os problemas. Acreditou-se neste
paradigma até muito recentemente, mas agora se sabe que elas não os resolvem
sozinhas. Existe um entorno determinado pelo comportamento social que define, e
mais do que isso, impõe estes benefícios. Na complementação desta idéia
inicial, portanto, é importante que os estudos sobre ciência, tecnologia e sociedade
que se propõe como imprescindíveis nas escolas de engenharia não sejam tratados
como mais uma disciplina estanque e dissociados da lógica organizativa do todo
do aprendizado do curso, mas sim como uma área de conhecimento fundamental para
formar no futuro um profissional sintonizado com as suas responsabilidades
técnicas e sociais. Por isso é preciso desenvolver, além de um campo comum para
esse tipo de discussão, um vocabulário moderno e algumas ferramentas
metodológicas que permitam uma cooperação importante entre os projetos
tecnológicos, sua utilização, seu desenvolvimento e o aprendizado das técnicas
estabelecidas para que estes avanços se processem. Neste sentido tem-se que
encarar a ciência e a tecnologia como forma de vida e avaliá-las e entendê-las
dentro de um tripé que parece fundamental: como instrumentos, como organização
e como cultura.
sábado, 31 de março de 2012
Leitura - Educação X Twitter
Professor Moran aponta neste texto questões que nos desafiam como educadores na era de todos os recursos móveis e em rede:
1.
O papel do professor muda cada vez mais: Ensina menos, orienta mais,
articula melhor. Ele se aproxima mais dos alunos, se movimenta mais
entre eles.
2. Os tempos das aulas se tornam mais densos, para realizar
atividades interessantes, que possam ser pesquisadas, produzidas,
apresentadas e avaliadas no mesmo espaço e tempo. São inviáveis as aulas
de 50 minutos.
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Obrigada professor!
sexta-feira, 9 de março de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
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