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segunda-feira, 24 de março de 2014

Texto do Blog Professor Digital

LEITURA COMPLEMENTAR:

COMPARTILHO O EXCELENTE TEXTO DO MEU COLEGA DO GRUPO BLOGS EDUCATIVOS
CLIQUE PARA LER O TEXTO

sábado, 22 de junho de 2013

Novo Livro

O livro EDUC@R – A (R)EVOLUÇÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO aborda o impacto da revolução digital na educação com foco nos educadores, confiram!

Segundo Martha, o novo panorama digital tem alternativas e conexões que ampliam o potencial humano, mas que ao mesmo tempo em que abrem oportunidades, criam desafios inéditos. A Era da Informação dá lugar à Era da Inovação, e, com isso, surgem questionamentos sobre como deve ser a educação na era digital ou que provocações e oportunidades ela acarreta.

O docente exerce um papel essencial nesse novo mundo digital, não mais como um “provedor de conteúdos”, mas sim como um catalisador de reflexões e conexões para seus alunos em um ambiente mais complexo, que também é mais rico e poderoso. A intenção desta obra é auxiliar os educadores a sentirem-se preparados para acompanhar as tendências e perspectivas que surgirão.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Novas tecnologias no ambiente escolar

De acordo com Professor José M.  Moran 

Clique  para ler mais em café pontocom leite
“Já não aceitamos o modelo industrial (embora mantenhamos muitas de suas estruturas organizacionais e mentais), mas também percebemos que não participamos plenamente da sociedade do conhecimento; só incorporamos alguns dos seus valores e expectativas. A implantação das tecnologias nas escolas segue, em geral, três etapas. Na primeira, elas são utilizadas para melhorar os processos consolidados, automatizando-os, digitalizando documentos e com isso otimizando o desempenho e os custos. Na segunda etapa, a escola insere parcialmente as tecnologias no projeto educacional. Abre laboratórios conectados à Internet, cria uma página para divulgar sua proposta, seus cursos e alguns aplicativos de pesquisa e comunicação. Na terceira, que começa atualmente, com os avanços da banda larga e da mobilidade, as escolas estão repensando seu projeto pedagógico, seu plano estratégico e introduzem mudanças significativas como a flexibilização parcial do currículo, com atividades online combinadas com as presenciais. Essa nova escola se tornará mais visível nos próximos anos, com a chegada da geração digital à vida profissional.”

sexta-feira, 17 de maio de 2013

E-book Retórica Digital

RETÓRICA DIGITAL
a língua e outras linguagens na comunicação mediada por computador

Prof. Antônio Carlos Xavier - UFPE

Vejam o vídeo de quando este e-book ainda era um projeto (3º Simpósio do  Hipertexto - Recife)

sábado, 2 de março de 2013

Um e-book brasileiro/MINEIRO

PARA A 1ª SEMANA DO LIVRO DIGITAL  escolho como destaque o livro 


CAÇADA NOS MARES PROIBIDOS 


"Mateus Parreiras, 33, e Paola Carvalho, 31, são jornalistas mineiros amantes dos livros e aficionados por aventuras. Entre os trabalhos em redações de jornais de Belo Horizonte e de São Paulo, desenvolveram um sistema de navegação que permite aos leitores escolher seus caminhos em vez de serem levados à deriva pela narrativa. "                                                                          LEIA MAIS


Mais um belo exemplo da Tecnologia a favor da Educação.
Vejam o vídeo sobre o livro e clicando na capa 
gratuitamente, os primeiros capítulos!




Agradeço à Fátima Franco pela apresentação desta obra no grupo BLOGS EDUCATIVOS.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Leitura: Prof. Moran

Excelente texto do Prof.José M. Moran


Os novos espaços de atuação do educador com as tecnologias


Uma das reclamações generalizadas de escolas e universidades é de que os alunos não agüentam mais nossa forma de dar aula. Os alunos reclamam do tédio de ficar ouvindo um professor falando na frente por horas, da rigidez dos horários, da distância entre o conteúdo das aulas e a vida.



 A Internet e as novas tecnologias estão trazendo novos desafios pedagógicos para as universidades e escolas. Os professores, em qualquer curso presencial, precisam aprender a gerenciar vários espaços e a integrá-los de forma aberta, equilibrada e inovadora. O primeiro espaço é o de uma nova sala de aula melhor equipada e com atividades diferentes. Em alguns momentos o professor leva seus alunos ao laboratório conectado à Internet para desenvolver atividades de pesquisa e de domínio das tecnologias (segundo espaço). Estas atividades se ampliam a distância, nos ambientes virtuais de aprendizagem conectados à Internet, o que permite diminuir o número de aulas e continuar aprendendo juntos a distância (terceiro espaço). Os cursos precisam prever espaços e tempos de contato com a realidade, de experimentação e de inserção em ambientes profissionais e informais em todas as matérias e ao longo de todos os anos (quarto espaço). Uma das tarefas mais importantes das universidades, escolas e secretarias de educação hoje é planejar e flexibilizar, no currículo de cada curso, o tempo de presença física em sala de aula e o tempo de aprendizagem virtual e como integrar de forma criativa e inovadora esses espaços e tempos.

Palavras-chave: Novas tecnologias, educação, ensino superior, didática

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Leitura: REA - Recursos Educacionais Abertos

REA: Termo adotado pela UNESCO em 2000 para a democratização da Educação em todo o mundo.


LEIA MAIS CLICANDO NA IMAGEM
Este livro é uma leitura indispensável para o nosso tempo. A abordagem trata indiretamente do novo termo EDUCAÇÃO 2.0 que já mencionei aqui e que pretendo trazer como foco para este ano.

"Criticar a instituição escolar é lugar comum. É bem mais difícil encontrar alguém que defenda o modelo de escola como a conhecemos. Mas se a transformação da escola é objeto de estudo e crítica desde o início do século XX, os argumentos para sua radical transformação tomaram novo impulso com a popularização da internet e das novas mídias (AMIEL, 2006). Em um célebre debate entre Paulo Freire e Seymour Papert, Freire defende que a escola deve estar à altura do seu tempo, e para tal não é preciso “soterrá-la, sepultá-la, mas… refazê-la”. Defende que devemos sustentar a possibilidade de “determinado espaço e tempo onde determinadas tarefas se cumprem, sociais e não só individuais, históricas, políticas [...] (PUC-SP, 1995). Promover uma educação mais aberta não significa, portanto, sepultar as instituições que existem..."


BOA LEITURA!!

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Leitura

"A estrutura da língua que uma pessoa fala influencia a maneira com que esta pessoa percebe o universo ...”
Lev Semenovich VYGOTSKY (1896-1934)

domingo, 16 de dezembro de 2012

Leitura: Revista Tecnologias na Educação


Fátima Franco, do grupo Blogs  Educativos informa:  "Já está on-line mais um número da Revista  Tecnologias na Educação, com a publicação de trabalhos de professores e pesquisadores. Os textos estão excelentes e inspiradores."

Vamos conferir? Clique na imagem:

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Aprendizagem Significativa em ambiente multimídia

David P. AUSUBEL
"Os ambientes multimídia podem propiciar situações que facilitam a construção de significados na medida em que oferecem ao aprendiz ferramentas poderosas, as quais ele pode utilizar numa atividade individual ou colaborativa. O uso integrado de mapa conceitual, animação interativa, e texto conceitual oferece ao aluno um contato especial com determinado 
conteúdo, onde cada uma dessas possibilidades pedagógicas apresentará uma nuance peculiar desse conteúdo, própria dessa forma de comunicação..."
 Romero Tavares.
Departamento de Física – UFPB. Programa de Pós-Graduação em Educação

domingo, 21 de outubro de 2012

Leitura: Revista Espírito Livre

Agradeço minha colega do grupo Blogs Educativos, Jenny Horta, pela indicação da revista. Uma ótima leitura a todos!! 


"O que podemos e o que não podemos fazer na internet? O que posso ou não posso fazer com o hardware e software que tenho em minha mesa? "

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Leitura : Ensinar a hipertextualidade


"Neste texto, começarei por destacar as condições materiais mais relevantes para o professor que se alteram, para considerar depois aspectos relacionados com a leitura e a escrita hipertextual, terminando com uma proposta de categorização para organização de hipertextos de uma perspectiva educativa..."
Rui VAZ**

Leia Mais

** Rui Vaz Professor de Português, Mestrado em Educação, Comunicação e Linguagem, Hipertextualidades - para um estudo do Hipertexto, Literatura e Educação, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Leitura- Revista Nova Escola Edição Especial

Veja as orientações para leitura no Tablet


segunda-feira, 2 de julho de 2012

E-book sobre Recursos Educacionais

Divulgado por Lilian Starobinas no Grupo Blogs Educativos, o lançamento que ocorreu em maio do livro Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas e políticas públicas, tendo por organizadores Bianca Santana, Carolina Rossini e Nelson Pretto. O livro possui licença CC-BY (http://creativecommons.org/licenses/by/2.5/br/) e já está disponível na Internet (clique na Imagem). Nossa colega Lilian é autora de um dos artigos do livro, e estará no II Fórum da Internet no Brasil em Olinda, nos dias 3-5 de julho.
 VALE A PENA CONFERIR!CLIQUE NA IMAGEM

terça-feira, 8 de maio de 2012

PONTO DE VISTA. Educação Tecnológica - W.A.BAZZO

Para nossa leitura:

Ciência, Tecnologia e Sociedade
E o contexto da educação tecnológica

Walter Antonio Bazzo

A tecnologia apresenta dentro da sua característica organizativa um aspecto que a partir de agora se estará tratando como 'mapa de interesses'1, o qual engloba quase tudo que possa ser significativo na mudança de cultura do ensino tecnológico. Como este mapa de interesses envolve o científico, o ideológico, o econômico, o ético, o cultural, e poderiam, todos eles, ser abarcados pelo que se chamaria de 'interesse democrático', a ciência e a tecnologia parecem realmente estar sendo tratadas como assuntos de interesse público.
Fica patente, portanto, que a cultura que precisa ser estabelecida nas escolas de todo o país é a cultura do tratamento de um assunto que é público com a forte necessidade de avaliações contínuas. Isto estabelecido, não redundaria em mudanças de caráter radical nos outros ensinamentos postos hoje nas escolas, como muitos pensam, e por pensarem desta maneira sempre se insurgem contra qualquer possível mudança que implique, agora sim, posturas diferenciadas nas abordagens destes conhecimentos.
Os interesses em jogo na sociedade atual retiram dos experts o monopólio das decisões de cunho científico-tecnológico. Eles não recebem mais carta branca para poderem agir de acordo com seus conhecimentos técnicos isolados. Os cidadãos querem mais participação nas decisões e no domínio do conhecimento científico e tecnológico.
Sempre se acreditou que a ciência e a tecnologia eram supremas e únicas para a resolução de todos os problemas. Acreditou-se neste paradigma até muito recentemente, mas agora se sabe que elas não os resolvem sozinhas. Existe um entorno determinado pelo comportamento social que define, e mais do que isso, impõe estes benefícios. Na complementação desta idéia inicial, portanto, é importante que os estudos sobre ciência, tecnologia e sociedade que se propõe como imprescindíveis nas escolas de engenharia não sejam tratados como mais uma disciplina estanque e dissociados da lógica organizativa do todo do aprendizado do curso, mas sim como uma área de conhecimento fundamental para formar no futuro um profissional sintonizado com as suas responsabilidades técnicas e sociais. Por isso é preciso desenvolver, além de um campo comum para esse tipo de discussão, um vocabulário moderno e algumas ferramentas metodológicas que permitam uma cooperação importante entre os projetos tecnológicos, sua utilização, seu desenvolvimento e o aprendizado das técnicas estabelecidas para que estes avanços se processem. Neste sentido tem-se que encarar a ciência e a tecnologia como forma de vida e avaliá-las e entendê-las dentro de um tripé que parece fundamental: como instrumentos, como organização e como cultura.

sábado, 31 de março de 2012

Leitura - Educação X Twitter

Professor Moran aponta neste texto questões que nos desafiam como educadores na era de todos os recursos móveis e em rede:

1. O papel do professor muda cada vez mais: Ensina menos, orienta mais, articula melhor. Ele se aproxima mais dos alunos, se movimenta mais entre eles.
 2. Os tempos das aulas se tornam mais densos, para realizar atividades interessantes, que possam ser pesquisadas, produzidas, apresentadas e avaliadas no mesmo espaço e tempo. São inviáveis as aulas de 50 minutos.

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Obrigada professor!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Livraria Virtual



Clique aqui e veja o trabalho de Professores doutores da UFRJ: Kátia Tavares, Sílvia Becher...